Treinar a diferentes velocidades: será que as “zonas de velocidade” importam mesmo? 

Este artigo de Loturco, Pereira e Pareja-Blanco questiona uma ideia muito utilizada no treino baseado na velocidade: a divisão rígida entre zonas como “absolute strength”, “strength-speed”, “speed-strength” ou “starting strength”. Os autores defendem que esta classificação é pouco realista, porque a base do velocity-based training está na relação quase perfeita entre carga relativa e velocidade de movimento. Ou seja, quando a carga muda, a velocidade muda. E quando a velocidade muda, normalmente também estamos a falar de uma alteração da carga relativa ou do nível de esforço. A mensagem central é clara: mais importante do que treinar dentro de uma “zona” arbitrária é compreender que o objetivo do treino de força é aumentar a capacidade de aplicar força contra uma determinada carga absoluta.

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